Secretária Lúcia Falcón (Foto: Ascom / Sedurb)

Quando lançado pelo Governador Marcelo Déda, no dia 7 de maio de 2009, o Programa Sergipe Cidades tinha como sua principal meta a promoção do desenvolvimento urbano sustentável em todo o estado, através de investimentos em obras cuja finalidade era fortalecer o progresso e fomentar desenvolvimento econômico e social, garantindo à população sergipana melhorias significativas em sua qualidade de vida.
Essa meta continua sendo mantida e, na iminência de completar quatro anos de ações, o programa já entrou para a história como um dos mais bem sucedidos agentes transformadores nas vidas dos sergipanos e se consolida como um divisor de águas no processo de investimentos para a interiorização dos 74 municípios do Estado.

Origem

Desenvolvido pela então Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), o programa é resultante do pacote de demandas identificadas nas conferências municipais e territoriais realizadas durante os anos de 2007 e 2008, que a população pontuou e que serviram de base para sua elaboração.
Lúcia Falcón diz que um fator preponderante para a consolidação do programa é ele ter sido fruto do Planejamento Participativo (PP). “A estratégia do Governador Marcelo Déda de apresentar para a sociedade as diretrizes estratégicas através do PP e ouvir dela os seus problemas e necessidades foi crucial para o bom resultado que o Sergipe Cidades tem apresentado”, declarou.
Ela acrescenta que esse processo de interlocução com a sociedade civil, os poderes públicos locais e a iniciativa privada assegurou o alinhamento entre o governo e os interesses do povo. “Durante a fase da elaboração, a palavra dos sergipanos foi fundamental para a concepção do Programa, pois ninguém mais do que eles sabiam quais eram suas principais demandas e prioridades e, isso foi respeitado fielmente”, destacou.

Investimentos

Tendo como parceiro e principal investidor o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Sergipe Cidades tem como valor contratado R$ 250.481,900, dos quais já foram investidos R$ 156.892.453,14 nos 44 meses de atuação do programa. 
Além da elaboração de projetos e estudos de viabilidade técnica das obras, os recursos aplicados no Sergipe Cidades correspondem a três tipos de obras elementares. As estruturantes, que proporcionam o desenvolvimento local, a exemplo do Complexo Empresarial Integrado e Centro Vocacional Tecnológico, Escolas Profissionalizantes e Mercados; As de equipamentos urbanos: creches, praças, delegacias, quadras de esportes, centros comunitários, destacamentos de bombeiros militares, pavimentação e urbanização de ruas e avenidas; As de infraestrutura turística: revitalização de orlas, implantação de terminais rodoviários, pavimentação e urbanização de pontos turísticos. 

As obras

Em todo o Estado, a marca do Sergipe Cidades foi impressa por meio de diversos projetos que contemplam elementos das cadeias produtivas, econômicas e sociais. Ao longo de quase quatro anos de atividades, 55 municípios dos oito territórios sergipanos receberam 100 obras, distribuídas na construção de um sistema de abastecimento de água, implantação de um sistema de esgotamento sanitário, construção de um terminal rodoviário, urbanização de uma rodovia estadual, urbanização de uma rua, urbanização de uma orla turística, construção de um mercado municipal, edificação de um centro comunitário, construção de um destacamento de bombeiro militar, três creches, 11 delegacias (sendo que uma delas, de grande porte), 16 praças, 23 quadras poliesportivas e a pavimentação granítica de 38 ruas e avenidas, sendo que, em muitos deles, não apenas a sede foi beneficiada, mas também diversos povoados, a exemplo do Povoado Sítios Novos em Poço Redondo, que foi contemplado com a pavimentação de várias ruas, a construção de uma creche e de uma quadra poliesportiva.
De acordo com a Secretária Estadual do Desenvolvimento Urbano, as ações do Sergipe Cidade não param. “O atual volume de projetos em execução afirmam o compromisso do Governo com o bem estar social dos sergipanos. Atualmente as 29 obras em andamento em 23 municípios estão distribuídas na edificação de um complexo empresarial integrado com um centro vocacional tecnológico, implantação de um sistema de abastecimento de água, cobertura de uma quadra de esportes, um ginásio poliesportivo, uma delegacia, um destacamento de bombeiro militar”, contou.
Ela diz ainda que as obras de infraestrutura são bastante diversificadas. “Também estão seguindo o cronograma, a ampliação e reforma de dois mercados municipais, a construção de dois centros comunitários, duas creches, três escolas profissionalizantes, quatro quadras de esportes, cinco praças e cinco projetos de pavimentação granítica, sem contar em um grande volume de projetos que estão em processo de licitação e outros em que falta apenas a assinatura das ordens de serviços”, detalhou Lúcia Falcón.

Proinveste

De acordo com a secretária, o Sergipe Cidades ainda terá dois anos de atividades até o término do contrato, e, segundo ela, a aprovação do Proinveste pela Assembléia Legislativa garantirá um maior volume de projetos a serem realizados. “O número de demandas apresentadas pelos municípios é muito maior do que o saldo de recursos disponíveis. Com o Proinveste sendo aprovado, muitas obras de caráter emergencial e de custo maior seriam realizadas através desse programa de investimentos, o que garantiria o aumento no número de projetos de menor valor a serem executados pelo Sergipe Cidades, beneficiando assim mais famílias e municípios”, analisou. 

Satisfação

Para Lúcia Falcón, as ações do programa colocam o Estado em um patamar de destaque no país. “As obras do Sergipe Cidades impressionam não apenas pela sua magnitude, mas pelas transformações ocasionadas na vida de milhares de sergipanos. Do aumento na construção civil por ocasião da pavimentação granítica nos municípios de Nossa Senhora Aparecida e Pinhão, passando pela revitalização de um cartão-postal em Itabi e em Gararu e pela expansão econômica gerada antes mesmo da conclusão do Centro Empresarial Integrado em Tobias Barreto, o Programa tem atendido aos anseios da população dos oito territórios sergipanos”, avaliou.
Lúcia Falcón afirma que cada membro envolvido tem uma parcela de contribuição para o Sergipe Cidades. “Dos idealizadores do programa aos arquitetos e engenheiros que conceberam os projetos, dos fiscais que acompanharam a evolução das obras aos trabalhadores que derramaram o suor em prol do desenvolvimento econômico e social de Sergipe, todos devem compartilhar a fatia desse grande bolo de obras com o Governador Marcelo Déda e o BNDES, pois, a união em torno de um ideal plantado pela antiga Seplan e dado continuidade pela Sedurb ocasionou um projeto de vanguarda nunca antes visto no Estado”, finalizou.

Por Ascom / Sedurb Sergipe

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