“Para mim a doação de sangue é um compromisso. Faço minha programação para vir ajudar a cada três meses”, declarou Nilson Manoel da Silva, doador do sangue A negativo, na sala de Coleta do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose). A atitude do doador chama atenção para que os cidadãos com sangues do tipo O, B e Ab, Rh negativo, possam contribuir com o serviço.

"Nas duas últimas semanas, o número de doações de sangue fator negativo está abaixo do normal. O serviço social está conversando com os doadores para demonstrar a necessidade da colaboração mais efetiva dos cidadãos portadores desses tipos de sangues", explicou a gerente de Ações Estratégicas do Hemocentro, Rozeli Dantas.

Ela contou que para ajudar a reforçar o estoque, a equipe de captação também trabalha em parceria com grupos fidelizados para buscar os doadores Rh negativo. “Contamos diariamente com a solidariedade de homens e mulheres que são doadores regulares para bastecer os estoques. Dessa forma buscamos ampliar as ações para atingir com mais ênfase o público que ainda não é doador”, ressaltou a assistente social.

Rozeli lembrou, ainda, que as doações de sangue atendem à rotina de tratamento dos pacientes com diagnóstico de diversas enfermidades como leucemias e anemias agudas. “No setor os profissionais visualizam os estoques de sangues no laboratório de produção e dispensação, em seguida verificamos os grupos que precisam ser ampliados para composição do estoque de segurança”, conclui.

Serviço

Para ser um doador de sangue é preciso estar bem de saúde, ter entre 16 e 69 anos de idade, ter mais de 50 quilos e apresentar um documento oficial com foto. Os menores de 18 anos precisam apresentar o termo de consentimento assinado pelos pais ou responsável legal. O documento está disponível para download no site: www.hemose.se.gov.br. Mais informações através dos telefones: (79) 3225-8000, 3225-8039 e 3259-3174.

Fonte: ASN

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